com a maré

17/06/2010

Fazendo uma breve análise dos meus anos, constatei uma analogia: funciono como um barco sem vela em alguns momentos… As coisas precisam acontecer e acontecem com o tempo, e, nessa necessidade, entre protestos e ações protelatórias, cumpro o caminho. Poeticamente, poderia dizer que: sempre que chega a minha hora de ser onda, eu beijo a areia e depois volto para o mar. Sinto todo o rebuliço de (formar) estar na superfície marinha: os dias, as noites, as altas temperaturas e o frio que me congela.

Apesar das linhas imaginárias que estabelecem fronteiras invisíveis, eu chego sempre aonde quero chegar, apesar… Apesar!

Que fique claro, a maré não dita meu caminho, ela simplesmente me move…

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