Oi,

E aí, zero leitores, como vão? Espero que menos estressados do que eu.

Olha, a sobrecarga do dia a dia é realmente algo que complica a vida de alguém que não deseja ser meramente medíocre. São tantas coisas que abrimos mão… E como é que saberemos se valeu apena se ainda não chegamos lá?

Indo direto ao ponto, o problema é que chega um dia ou outro que você realmente fica chateada, sabe? Quando você vê seus amigos como se estes não fossem mais seus amigos, e tudo porque você realmente não tem mais tempo. É uma via de mão dupla, eu sei: eles não te procuram, e você não os procura. E assim os dias vão indo. Não vale a pena procurar ou apontar culpas. Não interessa quem se afastou, quantas vezes você correu atrás, ou tentou se fazer presente. O que fode é o maldito crocodilo não é Peter?

Às vezes o problema não vem ao meio-dia da sua vida, vem à meia-noite, pra você ver…, Sabino.

ex

27/04/2011

Sabe, às vezes não rola mesmo ser amiga de ex. Por mais amor, por mais carinho… É tão difícil! Principalmente se há alguma intenção de se manter uma amizade próxima, aí, colega, fudeu! Mais cedo ou mais tarde alguém vai se magoar novamente só que, agora, dentro de um novo tipo de relação, a amizade.

Quando somos nós os feridos fica muito complicado entender o lado alheio. Fica pior quando as opiniões sobre pontos chave são tão opostas, confusão na certa…

Ai ai!

Será que as amizades só duram enquanto persistirem semelhanças e afinidades e as diferenças forem simples amenidades ou simples discursos e pontos de vista, e não ideais de vida?

Entre amigos

17/02/2010

As coisas acontecem.

– Algumas pessoas evitam entrar em confusões, mas por mais que tentem a “confusão” persegue.
– Algumas pessoas tentam ser compreensivas, mas outras gostam de testar esses níveis de tolerância.
– Algumas pessoas tentam sempre mudar para melhor, outras parecem ter a missão de atrapalhar.

Eu tenho carma nas três.
Sempre sabemos das fofocas por acidente; muitas vezes, se der, dispensamos que os comentários sejam feitos na nossa frente. Tudo isso porque fazemos projeções de como as coisas podem acabar mal. O famoso “me disseram” é um veneno.

A terceira coisa aí não sei como se aplica a vocês… Mas a do meio tem sido particularmente complicada esses dias.

Quando era criança imaginava que amizade era meus ‘coleguinhas’ irem brincar lá em casa. Depois a concepção de amizade mudou e passou a ser ter alguém a quem se pudesse contar tudo, que sempre iria te entender, te ajudar em todos os momentos e vice-versa. Tipo um anjo da guarda.
Hoje, sinceramente, não sei o que é ser amigo de verdade ou não. As coisas se dão tão rapidamente e parecem ser tão fortes e firmes, mas no final das contas são tão frágeis e fáceis de se romperem…
Sei que tenho pessoas com quem posso contar, mas não sei se poderei “sempre”.

Não tenho mais essa visão romântica e idealista de amizade da época de adolescente. Há muito “sei” que amigos não foram feitos apenas como free divãs particulares e full-time. Mesmo assim, a sensação permanece.

Aquela velha conhecida consideração, de tão velha, parece ter sido esquecida. Parece, também, que não existem mais laços reais.

Esse mundo anda tão louco!