Oi,

E aí, zero leitores, como vão? Espero que menos estressados do que eu.

Olha, a sobrecarga do dia a dia é realmente algo que complica a vida de alguém que não deseja ser meramente medíocre. São tantas coisas que abrimos mão… E como é que saberemos se valeu apena se ainda não chegamos lá?

Indo direto ao ponto, o problema é que chega um dia ou outro que você realmente fica chateada, sabe? Quando você vê seus amigos como se estes não fossem mais seus amigos, e tudo porque você realmente não tem mais tempo. É uma via de mão dupla, eu sei: eles não te procuram, e você não os procura. E assim os dias vão indo. Não vale a pena procurar ou apontar culpas. Não interessa quem se afastou, quantas vezes você correu atrás, ou tentou se fazer presente. O que fode é o maldito crocodilo não é Peter?

Às vezes o problema não vem ao meio-dia da sua vida, vem à meia-noite, pra você ver…, Sabino.

heureca!

24/05/2011

A gente deveria ter uns botões de liga/desliga pra várias coisas da/na vida!

Exemplo prático de hoje: Quero estudar…

liga > concentração, atenção, disposição!

desliga > twitter, procrastinação, sono, preguiça, e outras distrações!

apertado

27/08/2010

É tão esquisito quando uma tristeza vem do nada…

Na balança está tudo bem, há um superávit de coisas boas. Mas as coisas que estão me incomodando, incomoda muito a gente (= eu!).

faça hoje!

25/08/2010

É difícil não pensar no tempo que passou. No tempo que não se gastou, que não se fez uso… Mas mesmo assim, insisto em “flautear”. Parece que tenho medo de agir em algumas circunstâncias, e esse mesmo medo – ironicamente – é que muitas vezes me move!

no N

09/07/2010

É impressionante como pareço ter me apaixonado de verdade. Em outras circunstâncias, era adeus certo. Sem pestanejar, nenhuma hesitação.

Estou tão confuso, meu humor está se alterando tanto e tão rapidamente, não tem se sustentado por mais de 1 hora, à menos que eu esteja – ou tenha que estar – muito concentrado em outra coisa como é o caso; mesmo assim, “fraquejo”…

Tento reestruturar o seu eu dentro da minha imaginação… Meu coração te aceita sem equívocos e/ou contestações; mas minha cabeça, diz ‘não’, não, de novo não!

O medo toma conta mais uma vez, e a confiança que você tinha conquistado em mim aqui jaz, não por descansar para sempre dentro de mim, mas sim por ter falecido dentro do meu quase morto corpo.

Não entendo o processo da mentira, principalmente quando as verdades apareceriam inevitavelmente. O tempo amplifica tudo.

Não demoro a pensar, o problema disso tudo é que não há sobre o que pensar. É um fato para além do consumado e no qual remediações não são possíveis.

Pediria para você consertar meu coração, mas nem sei se ele tem como se curar novamente. Você sabe todas as provações que já passei…

Ao mesmo tempo que desejo ter seu colo, seu abraço, poder dormir onde meus sonhos moram há tanto tempo; sofro com algo que não pode ser chamado de orgulho, nem de mágoa, nem de tristeza, é um ponto de interseção entre os três que transformou o meu “paraíso” no lugar da perdição, mas quem se perdeu fui eu.

Fico imaginando se você irá me procurar. Se irá tentar se aproximar de mim, o que irá fazer pra reconquistar o que tinha uma bandeira com seu nome cravando um pertencimento espontâneo… Penso se a distância com nossos corpos próximos irá prevalecer e se desejarei que isso aconteça…

Eles giram na minha cabeça, todos esses pensamentos amontoados…

Fica só a pergunta: o que vai acontecer, o que vou fazer…

na trilha da…

06/07/2010

Não gosto de ser casa de tempestades.

Tenho certeza que quando foram desenhar o mapa do meu destino, pensaram: vamos montar uma história de cinema; só lamento a escolha do gênero. É drama, e não é só no sentido de “dificuldades”, mas principalmente no grego: não tenho finais felizes.

Uma das tramas seria mais ou menos assim…

Por que você está tão triste
Com lágrimas nos olhos
Venha ficar comigo agora
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pedido do dia…

06/07/2010

Se eu pudesse, desejaria que acalmassem meu coração.

esse blog e eu

23/06/2010

Quando era criança, lá pelos 10 anos, descobri o prazer de escrever. Percebi como redigir textos me dava prazer ao mesmo tempo em que me aliviava. Foi pensando em retirar ou diminuir certos pesos que criei esse espaço; inconscientemente, talvez, motivado por essa sensação de paz que juntar letras me proporciona.

Queria verificar se, com as novidades e mentiras-verdades que me cercaram no começo do ano, eu era eu, se esse eu construído ao longo dos anos ainda seria válido; por isso o road, o map – com e sem of – e o me. Não pensei essa ‘validade’ em termos de gosto, caráter ou capacidade; a visão que tinha de mim fora abalada, mas eu não achei, nem por um minuto, que iria dar um giro de 180º e inverter meus valores. Pensei essa validade de forma ainda mais subjetiva: seria um indvíduo construído com mentiras que influenciaram de fato sua formação, “verdadeiro”? Eu “existo”, sou “concreto”, mas sou de “verdade”? De certa forma, pensando apenas racionalmente, talvez – não posso afirmar – fosse possível desconstruir esse pensamento, mas emocionalmente é extremamente complicado, pelo menos tem sido pra mim. Às vezes me pego pensando: “olha, não é mais assim – você de fato não pertence”…

Fazer o quê? Inclino o lábio um pouco pro lado, num quase sorriso amarelo, e com o olhar diferente para não dizer com mais um ponto de desesperança.

com a maré

17/06/2010

Fazendo uma breve análise dos meus anos, constatei uma analogia: funciono como um barco sem vela em alguns momentos… As coisas precisam acontecer e acontecem com o tempo, e, nessa necessidade, entre protestos e ações protelatórias, cumpro o caminho. Poeticamente, poderia dizer que: sempre que chega a minha hora de ser onda, eu beijo a areia e depois volto para o mar. Sinto todo o rebuliço de (formar) estar na superfície marinha: os dias, as noites, as altas temperaturas e o frio que me congela.

Apesar das linhas imaginárias que estabelecem fronteiras invisíveis, eu chego sempre aonde quero chegar, apesar… Apesar!

Que fique claro, a maré não dita meu caminho, ela simplesmente me move…

Tinta borrada…

20/03/2010

Sempre achei que os choros mais doloridos são os que você sufoca todos os sons e aqueles que doem tão dentro de você que te dão vontade de vomitar. Claro que ambos podem se encontrar ou se isolar.

Isolar!

Cara, definitivamente essa tem sido a minha palavra. Não sei até que ponto EU tenho me isolado, já que vez ou outra o telefone dos meus “amigos” toca com o meu número, ou sua caixa de e-mails recebe um “abraço” e um “como vai”… Ou se foram eles que se isolaram de mim… De qualquer maneira, talvez, esse seja o menor dos meus problemas. Com ou sem eles eu estaria da mesma maneira… Tão aos pedaços… E é tão inútil porque na realidade a resposta pra esse agora não vai estar num blog. Tudo bem que a princípio era esta a intenção: redescobrir-me, recomeçar, ultrapassar alguma barreira inconsciente, vai saber?! Ter uma resposta.

Sempre disse e ouvi dizer que brincadeiras guardam um fundo de verdade. E é sempre bom conhecê-la, certo? Mas e depois que a gente descobre a verdade sobre a nossa vida, a gente faz o quê?

Ao longo dos anos fui sabendo de coisas que simplesmente nunca foram “reais”, mas tinham sido transmitidas como tal.

Em instantes como os últimos 40 minutos, eu choro e nem assim descanso. Julgo-me por achar que eu não deveria me sentir assim, estou num quarto só meu, com televisão, DVD, PC, ar, cama, lençóis e travesseiros, filmes, livros, câmeras fotográficas, roupas, sapatos, CD’s, violões e outros instrumentos… E há amor. E amo.

Mas por que então?
Será que esse fator sempre terá tanto peso?

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imagem: http://speedking.deviantart.com/art/Mother-3-Lucas-72342992