Oi,

E aí, zero leitores, como vão? Espero que menos estressados do que eu.

Olha, a sobrecarga do dia a dia é realmente algo que complica a vida de alguém que não deseja ser meramente medíocre. São tantas coisas que abrimos mão… E como é que saberemos se valeu apena se ainda não chegamos lá?

Indo direto ao ponto, o problema é que chega um dia ou outro que você realmente fica chateada, sabe? Quando você vê seus amigos como se estes não fossem mais seus amigos, e tudo porque você realmente não tem mais tempo. É uma via de mão dupla, eu sei: eles não te procuram, e você não os procura. E assim os dias vão indo. Não vale a pena procurar ou apontar culpas. Não interessa quem se afastou, quantas vezes você correu atrás, ou tentou se fazer presente. O que fode é o maldito crocodilo não é Peter?

Às vezes o problema não vem ao meio-dia da sua vida, vem à meia-noite, pra você ver…, Sabino.

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Sabe o que acho incrível nesse meu blog? Que passo meses sem visitá-lo, mas sempre me surpreende a quantidade de momentos da minha vida que ele agrega em forma de posts. É estranho ver que ele possui meus desesperos mais profundos, os medos, os planos…

Estou numa nova fase. Numa fase de planejamento e mudanças, muitas mudanças. Crescer não é fácil. Tornar-se independente é algo realmente assombroso quando se pensa a respeito. Essa transição, essa penetração num mundo adulto real, quando vivida sem K.Ys é muito foda. O “será que vai dar certo?” não sai da minha cabeça!

É um misto, pois além das inseguranças, há uma alegria baseada em desejos conquistados. Vou escolher o fogão que gostaria de ter, a cor das paredes, a ausência de sofás na sala, a disposição pouco ortodoxa dos móveis… Uma casa minha e não mais apenas meu quarto. Isso é fabuloso! Tanto quanto ganhar a primeira bicicleta, tanto quanto mergulhar no mar pela primeira vez!

rasc.

27/05/2011

Tenho pelo menos 10 textos no rascunho desse blog. Fui olhar sobre o que eram e de quando eram, e tive mais um prova de como o tempo passa rápido. O mais recente, de junho do ano passado, já vai completar um ano.

Quanta coisa “mudou”…

ex

27/04/2011

Sabe, às vezes não rola mesmo ser amiga de ex. Por mais amor, por mais carinho… É tão difícil! Principalmente se há alguma intenção de se manter uma amizade próxima, aí, colega, fudeu! Mais cedo ou mais tarde alguém vai se magoar novamente só que, agora, dentro de um novo tipo de relação, a amizade.

Quando somos nós os feridos fica muito complicado entender o lado alheio. Fica pior quando as opiniões sobre pontos chave são tão opostas, confusão na certa…

Ai ai!

… E eu voltei

11/04/2011

Quantos meses… Tantas coisas aconteceram.

Meu pânico de avião continua, cada vez pior. Os estudos também continuam, mas agora num outro nível. No todo, a vida continua basicamente a mesma, e estaria bem mansa não fosse a presença de maçãs podres que não posso descartar.

Acho, sinceramente, que as pessoas deveriam entender, de uma vez por todas, que compreensão não é passar a mão na cabeça e que aceitar tudo em silêncio não é uma forma de ajuda!

Boca que apetece, o coração padece!

Acabei de gastar 48 minutos da minha vida procurando a ementa de uma disciplina… e … Eu não achei!!! 😦

Vou comer bolo, alguém quer? Vai um café? Refrigerante? Tem comida também… buáááááááááá

faça hoje!

25/08/2010

É difícil não pensar no tempo que passou. No tempo que não se gastou, que não se fez uso… Mas mesmo assim, insisto em “flautear”. Parece que tenho medo de agir em algumas circunstâncias, e esse mesmo medo – ironicamente – é que muitas vezes me move!

Literalmente.

Li novamente os posts do começo do mês 07 (sete), lembrando o meu estado de perdição. Felizmente, por enquanto, os problemas de julho não existem mais. Pensando sobre isso cheguei a conclusão de que o amor é a alegria mais dolorosa da nossa vida!

chegou a hora

11/07/2010

É amanhã. Na verdade, é depois de amanhã. Mais um dia decisivo num ano repleto de “emoções”. Sinto-me um ioiô de campeonato, não basta ir e voltar, é preciso malabarismo… Fazer o “brinquedo de criança” continuar girando em meio a nós e entrelaçamentos.

É a vida. Faz tempo que aprendi que não adianta brigar com ela; ela depende do tempo e o tempo não volta… E vamos pensar um pouco, mesmo se ele voltasse quem garante que o outro “roteiro” seria “melhor”?

Vamo que vamo, e quase “0” pessoas que visitam o meu blog, torçam por um céu azul entre a madrugada e a tarde de terça-feira em todo o Brasil. Não sou muito fã de altitude.

no N

09/07/2010

É impressionante como pareço ter me apaixonado de verdade. Em outras circunstâncias, era adeus certo. Sem pestanejar, nenhuma hesitação.

Estou tão confuso, meu humor está se alterando tanto e tão rapidamente, não tem se sustentado por mais de 1 hora, à menos que eu esteja – ou tenha que estar – muito concentrado em outra coisa como é o caso; mesmo assim, “fraquejo”…

Tento reestruturar o seu eu dentro da minha imaginação… Meu coração te aceita sem equívocos e/ou contestações; mas minha cabeça, diz ‘não’, não, de novo não!

O medo toma conta mais uma vez, e a confiança que você tinha conquistado em mim aqui jaz, não por descansar para sempre dentro de mim, mas sim por ter falecido dentro do meu quase morto corpo.

Não entendo o processo da mentira, principalmente quando as verdades apareceriam inevitavelmente. O tempo amplifica tudo.

Não demoro a pensar, o problema disso tudo é que não há sobre o que pensar. É um fato para além do consumado e no qual remediações não são possíveis.

Pediria para você consertar meu coração, mas nem sei se ele tem como se curar novamente. Você sabe todas as provações que já passei…

Ao mesmo tempo que desejo ter seu colo, seu abraço, poder dormir onde meus sonhos moram há tanto tempo; sofro com algo que não pode ser chamado de orgulho, nem de mágoa, nem de tristeza, é um ponto de interseção entre os três que transformou o meu “paraíso” no lugar da perdição, mas quem se perdeu fui eu.

Fico imaginando se você irá me procurar. Se irá tentar se aproximar de mim, o que irá fazer pra reconquistar o que tinha uma bandeira com seu nome cravando um pertencimento espontâneo… Penso se a distância com nossos corpos próximos irá prevalecer e se desejarei que isso aconteça…

Eles giram na minha cabeça, todos esses pensamentos amontoados…

Fica só a pergunta: o que vai acontecer, o que vou fazer…